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M’Boy foi a terminologia que mais predominou.
Para Teodoro Sampaio, o nome deriva da palavra Mair (apelido dos franceses entre os tupis do Brasil) e de MBAI (para os espanhóis entre os Carijós do Paraguay). Os dois vocábulos são formas contractas de mbai-ira, que significa o apartado, o solitário, o que vive distante. De mbai-ira, procedem mbaira, mai, mair, mbay.
Com o tempo MBAY, segundo hipótese, foi transformado em MBOI e MBOY.
Existem registros que citam Embu como Boy, Emboi, Alboi, Embou, Em Boy, Em Bou, Bou, Mohi Miri, Boimirim, Imboth e mais frequentemente Bohi.
Segundo Teodoro Sampaio, Mboy significa também a “Cobra, ofídio em geral”. Já Antônio Raiz Montoya ensina que Mboy é uma corruptela de Mbeîu que se aplica a coisa penhascosa, montanhas, agrupamento de montes, coisa em cachos, coisas juntas, apinhadas. No som, a palavra não é Embahú e sim Mbeîu, soando o ditongo quase imperceptivelmente.
Por força do Decreto - Lei nº9. 775, de 30 de novembro de 1938, o então distrito de paz de M’Boy, passou a grafar-se Embu, com o acento agudo recaindo na última sílaba.

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