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Embu das Artes e das Lendas
Histórico
O melhor prefeito empreendedor do
Brasil Geraldo Cruz e o repórter Ratual.
Em 24 de junho de 1624, Fernão Dias e Catarina Camacho doam à Companhia de Jesus as terras para a fundação de uma aldeia catequética indígena. Catarina Camacho no termo de doação das terras fez duas exigências; a igreja a ser erguida teria como padroeira Nossa Senhora do Rosário, da qual a mesma era devota, e também que se realizasse a Festa de Adoração a Santa Cruz.
A partir de 1651 é efetuada a ocupação do território, sendo no final do mesmo século, em 1690 construída a Igreja sob o comando do padre Belchior de Pontes.
Os índios aqui catequizados, da tribo dos tupi-guaranis, eram exímios agricultures, artesãos e músicos.
A aldeia era conhecida como M'Boy, que signifa cobra grande, cobra brava, região montanhosa.
Em 1730, sob o comando de Domingos de Machado, é concluída a construção da igreja, verdadeiro marco da arquitetura e do barroco paulista que resiste através dos séculos.
Na década de 20 do século XX, o artista plástico Cássio M'Boy fixa residência em Embu. Pintor e escultor de formação acadêmica, Cássio se apaixona pelo caipira e pelo folclore embuense, passando a retratá-lo em sua arte. Nos anos vindouros muitos outros artistas famosos fixam residência em Embu, Claudionor Assis Dias, Solano Trindade e família, o que desencadeará um movimento cultural e larga produção de arte e artesanato em geral.
No fim da década de 50, Embu obtém sua emancipação política administrativa.

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