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Em virtudes dos relevantes e beneméritos serviços prestados ao município, o Jornal O Ratual homenageia os mais notáveis e relevantes do aniversário.

Neste mês a cidade comemorou o seu nascimento, a data em que surgia a Aldeia M’Boy, o inicio de tudo. De La até aqui muitas coisas mudou, a cidade cresceu e entrou em uma nova fase, após o plebiscito e a oficialização do nome Embu das Artes, município com 52 anos de emancipação. Para festejar os 457 anos de fundação, o governo do prefeito Chico Brito de Embu, através da Secretária de Cultura, ofereceu uma atraente programação para a família embuense: Musica, arte, cinema e a missa solene em homenagem a Aldeia M’Boy, nos seus 457 anos, presidida pelo Padre Sebastião Gomes Neto e acompanhado pelo Secretário de Cultura Paulo Oliveira, vereadora Ná, e o empresário Abelcio e alguns servidores públicos. 
O empresário Abelcio, membro do PMDB de Embu e vice- presidente da Amembu (Associação dos moveleiros de Embu das Artes), um agente social que reserva algumas horas por dia para cuidar da sociedade da cidade e investe na cultura do bem comum, um grande cidadão que acredita no desenvolvimento sustentável de Embu. “É preciso amar essa cidade”. Palavras de Abelcio.
O prefeito Chico Brito, gestor dinâmico e sociólogo que cuida de gente.
Monsenhor Sebastião Gomes Neto o grande líder espiritual da cidade.
Paulo Oliveira Secretário de Cultura de Embu das Artes.
Ná, vereadora de Embu das Artes.
Kall Secretário de Trânsito e Transporte da cidade.
Dr. Fabio, presidente do PMDB de Embu das Artes.

Homenagem a família 



A origem da Aldeia M’Boy
 
Maniçoba, Aldeia que Nóbrega fundara em 1553, 35 léguas no sertão, além dos campos de Piratininga, no mesmo caminho do Paraguai, com o fim de aproximar dos carijós, gentio sob o domínio da Espanha, como já dissemos e que não podia ser atingido pela companhia de Jesus, em virtude da proibição imposta pelo governo Português, mostra o desejo da Companhia de chegar a qualquer custo àquelas partes, e que o próprio Serafim Leite reconhece quando diz: “O sonho de Nóbrega era então o Paraguai” (História da Companhia de Jesus no Brasil).
Impedidos, pois, de realizar os seus desejos quase incontidos de se internar até o Paraguai, os Jesuítas atraiam a Maniçoba ou Japiuba o gentio Carijó e dele se serviam para as suas observações experiências de doutrinação.
Em 1609,portanto, já existia a Aldeia de M’Boy também denominada  Reis Magos, e observando que Maniçoba foi abandonada em 1554, como registra Serafim Leite, em nota dez à aludida carta de Pero Correia, datada de 18 de julho desse mesmo ano . M.F Jordão.

A mudança da Aldeia de M’Boy

Segundo Manoel da Fonseca em seu livro “Vida do Venerável Padre Belchior de Pontes”, a aldeia de M’Boy estava “formada em buma ladeira pouco alcantilada, mas com pouca vista; porque os montes, de que estava cercada, lhe impediam, ainda que os pinheiros, que lhe formavam buma como muralha, a fizeram vistosa a quem nela entrava”,  o Padre Pontes “a mudou para outro (local) pouco distante, no qual, ainda que havia a mesma inconveniência da vista pela vizinhança dos montes, ficava com tudo assentada em um plano cercado de ribeiras”... – e acrescentava: “fabricou-lhes igrejas com suficiente capacidade, para que os índios, e vizinhos pudessem comodamente observar os preceitos, a que estão obrigados”. Embu: Terra das Artes e berço de tradições.


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