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Com a greve dos metroviários, a cidade de São Paulo teve trânsito recorde hoje de manhã, houve muita confusão, passageiros entraram em confronto com a polícia. E o Paese (Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência) não foi o suficiente para amenizar o caos na cidade. E com a liberação do rodízio, a CET registrou hoje 249 km de congestionamento.

No final da tarde,  a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô-SP) e o sindicato dos metroviários chegaram a um acordo.

Leia nota oficial sobre o fim da greve no Metrô

 

É com satisfação que a população de São Paulo e o Metrô recebem a notícia do final da greve nociva e inútil iniciada ontem pelo Sindicato dos Metroviários e encerrada na tarde de hoje. Inoportuna, a paralisação criou dificuldades cruéis a milhões de trabalhadores da maior cidade do país. Criou também custo à eficiente classe dos metroviários, já que, se tivesse aceito a proposta feita ontem pela juíza, o sindicato poderia até ter obtido benefícios mais favoráveis sem o prejuízo à população.

Com isso, volta ao normal ainda esta tarde a circulação dos trens das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha. A circulação dos trens da linha 5-Lilás já estava normal.

A greve completamente sem sentido foi deflagrada antes do fim das negociações, com o claro objetivo de prejudicar a população dentro de uma agenda político-eleitoral. Pelo acordo celebrado na tarde desta quarta-feira (23/05) no TRT, será oferecido reajuste salarial de 6,17%, que é a soma da reposição integral da inflação mais aumento real de 1,96%. Também ficou acertado aumento do vale-refeição de R$ 19,87 para R$ 23,00; aumento do vale-alimentação de R$ 150,00 para R$ 218,00; e aumento do “Adicional de Risco de Vida” (dos agentes de segurança e estação) de 10% para 15%.

Ao contrário do que o sindicato tenta confundir a opinião pública, o Metrô hoje já pratica salários compatíveis com o mercado, além de propiciar amplo leque de benefícios aos seus empregados.
Da Secretaria dos Transportes Metropolitanos

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