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A Coordenadoria da Promoção da Igualdade Racial (COPIR) e o Conselho Municipal do Negro (COMNEGRO) realizaram no dia 25, no Cemur, uma homenagem para 30 mulheres negras em comemoração ao Dia Internacional da Mulher Negra na América Latina e no Caribe.

securedownload (1)Mulheres Negras receberam a estatueta como símbolo de luta e superação

As mulheres receberam uma estatueta como símbolo de luta e superação e todas participam de movimentos sociais, culturais e étnicos da região.

As homenageadas reconhecem que a realização de um evento como esse destaca a dedicação delas em superar os graves problemas sociais e de saúde que atingem essa parte da população. Mariza Araújo Silva, da Coordenação de Gênero e Raça de Embu das Artes, também homenageada falou sobre o evento. “A organização está de parabéns! Esse evento promove e dá visibilidade à luta por igualdade das mulheres negras.”

Maria Alves Caldeira, 78 anos, que se declara baiana de Alagoinhas e Taboanense de coração, comentou que, “me sinto muito lisonjeada e feliz por estar nessa festa como convidada e homenageada. Sou negra com muito orgulho, faço parte de movimentos da terceira idade, associação de mulheres que pleiteiam políticas públicas e igualdade racial em Taboão da Serra”.

Foto 02 - Mulheres negras de Tabo├úo foram homenageadas no CEMURCônsul de Moçambique, Carlos Magalhães, prestigiou o evento em homenagem as mulheres negras

A solenidade contou com a presença do cônsul de Moçambique Carlos Magalhães, que está no Brasil estudando a influência de negros africanos na construção do país. “Fiquei feliz em saber que já tem um local de apoio onde a população negra possa se reunir, conviver e discutir questões e políticas típicas de sua cultura. Foi uma luta que o Comnegro atravessou e que cumpriu o objetivo. Esse evento marca a postura de um movimento negro que está vivo e participativo. Não é por acaso que organiza uma festividade como a de hoje, em que as mulheres negras são exaltadas.”

O dia 25 de julho ficou marcado como o Dia Internacional da Luta e Resistência da Mulher Negra em relação à opressão de gênero e de etnia desde 1992, quando mulheres afro-latinas americanas e afro-caribenhas de mais de 70 países se reuniram na República Dominicana para realizar o primeiro encontro de mulheres negras do Caribe e da América Latina.

O cantor Fernando Rhamos agitou os intervalos das apresentações com muita música popular brasileira e americana.

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